Agência paraibana é finalista em Prêmio da Rede Globo

A Faz Comunicação é a única agência da Paraíba entre os finalistas da 31ª edição do Prêmio Profissionais do Ano, entregue aos melhores comerciais veiculados pela Rede Globo e por suas afiliadas em todo Brasil. O filme “Aprovação”, criado para o Curso Clássico Valdenora Nogueira e veiculado na TV Cabo Branco no ano passado, foi um dos cinco finalistas da região Norte-Nordeste, na categoria Mercado.

A Faz concorre com mais três agências: Idéia 3 (BA), Trio Propaganda (BA) e Gruponove (PE). Foram analisados pelos júris 1483 comerciais em todo o país, correspondentes a 1096 inscrições, o que resultou em aproximadamente 14h36 de exibição.

Os filmes inscritos nessa edição do prêmio foram veiculados entre 1º de abril de 2008 e 31 de março de 2009. A Rede Globo ainda não divulgou data e local do evento, onde vai anunciar os vencedores de todas as regiões e categorias.

Ficha técnica

Título: Aprovação
Anunciante: Valdenora Nogueira (PB)
Diretor de criação: Luiz Carlos Pontes
Criação: Gustavo Pozzobon e Helder Veríssimo
Direção: Luiz Carlos Pontes
Agência: Faz Comunicação (PB)
Produtora: Canário Filmes (PB)
Produtora de som: Buzzina (PE)
Mídia: Tatiana Freire
Atendimento: Allysson Teotonio
Aprovado por: Rute Nogueira e Valdenora Nogueira.

Polícia prende 3 acusados de tentar fraudar vestibular em JP

Na manhã deste sábado (13), o delegado titular da Delegacia de Defraudações, Antônio Magno, prendeu três homens acusados de tentar fraudar o vestibular do curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da paraíba. Os acusados são dois baianos de da cidade de Pé de Serra, Cleidson Oliveira Rios e Leon de Freitas Rios, e Helder Abraços Moreira, natural de Santos (SP), todos residentes em suas cidades de origem. Os três são da Universidade Aquino, em Santa Cruz na Bolívia. Eles disseram que cursavam medicina na Bolívia, mas resolveram fazer no Brasil para poder clinicar.

A delegado informou que na sexta-feira (12), recebeu um telefonema anônimo denunciando que duas pessoas que constavam na lista de inscrição do vestibular iriam tentar fraudar o concurso. O delegado iniciou as investigações e hoje, por volta das 11h prendeu os acusados. Segundo Antônio Magno, os três envolvidos no esquema receberam mensagens de celular com o gabarito das provas, quando estavam no banheiro. Os três foram autuados em flagrante por crime previsto no artigo 171 do código penal, vantagem ilícita.

Ainda segundo informações do delegado, em depoimento, os acusados indicaram um homem conhecido como Dr. Marcelo, de João Pessoa, pelo envio dos gabaritos. As informações são de que os supostos fraudadores teriam pago o valor de R$ 15 mil, cada um. Antônio Magno informou que estão sendo feitas investigações para apurar a verdadeira identidade da pessoa que repassou esses gabaritos.

Os presos foram conduzidos para a carceragem da central de polícia, onde aguardam tranferência para o presídio do Roger, onde ficam à disposição da justiça, aguardando a possível concessão de um possível habeas corpus.

Rede de pedofilia é investigada em Campina Grande

A Polícia Civil está investigando a existência de uma rede de pedofilia formada por professores que atuam em Campina Grande há cerca de três anos. Quinta-feira à tarde, o professor de uma escolinha de futebol no bairro do Catolé, Sandro Brasil Vieira, 26, foi preso acusado de pedofilia.

Dois adolescentes de 12 anos, já foram ouvidos e em seus depoimentos confirmaram com riqueza de detalhes, que Sandro fazia promessas para levar as crianças para jogar em grandes times de futebol. Mais seis vítimas serão ouvidas nos próximos dias.

De acordo com informações da conselheira tutelar da Zona Sul, Isolda Fragoso Nascimento, as denúncias contra o professor já chegam a 30. Ela explicou que desde 2006, Sandro Brasil vinha sendo investigado, mas não havia provas suficientes contra ele.

Somente agora, após dois anos de investigações junto às delegadas da Infância e Juventude e dos Crimes Contra a Infância, Nercília Dantas e Cassandra Duarte, respectivamente, é que se pode chegar ao acusado.

A maior dificuldade encontrada em reunir provas contra o professor, segundo a conselheira, era porque as crianças temiam o professor e não admitiam estar sendo abusadas sexualmente por Sandro Brasil, que se apresentava como uma espécie de caça-talentos.