O Hospital de Trauma confirmou a morte de mais uma vítima da chacina que aconteceu no bairro do Rangel, na madrugada da última quinta-feira (9). Mais cedo, Divanisa Lima, de 37 anos, que estava grávida, teve uma parada cardíaca e perdeu os gêmeos. No começo da tarde desta sexta-feira (10), ela veio a falecer.
Inicialmente, o Trauma declarou que Divanisa não corria risco de morte, mas que não era possível ter certeza sobre o estado dos bebês porque a mãe deveria ficar em observação por 72 horas. Ela foi submetida a uma cirurgia para reconstruir o couro capilar depois de ter sida atingida por vários golpes de facão.
Os último sobreviventes da chacina são o menino Rian, de 6 anos, que continua internado no hospital de trauma. E o irmão de 11 ano que se escondeu embaixo da cama enquanto a família era esquartejada. Eles perderam o pai e cinco irmãos, além da mãe quando o vizinho, Carlos José dos Santos, de 25 anos, invadiu a casa e começou a atacar a família com um facão.
O acusado chegou a decepar a mão de uma criança e degolar as vítimas. A esposa dele, Edileuza Oliveira dos Santos, de 26 anos, foi presa como cúmplice do crime. Na delegacia, Carlos assumiu toda a responsabilidade pela chacina.
Os acusados estão detidos no presídio feminino do Bom Pastor e do Roger, em João Pessoa. No local, o clima é de tensão porque os detentos anunciaram que não aceitariam Carlos José. Ele está em uma cela isolada.
Mãe perde os bebês e sobe para seis número de vítimas

Divanise Lima, vítima da chacina no Bairro do Rangel, perdeu os bebês após apresentar piora. Ela foi levada da Enfermaria para a Urgência na manhã desta sexta-feira (10) onde está passando por exames para voltar a UTI.
De acordo com informações da Assessoria de Imprensa do Hospital de Trauma o estado de saúde voltou a se agravar. Com a morte dos fetos que já tinham mais de quatro meses, subiu para seis o número de vítimas da chacina.
Ela e outro filho de sete anos sobreviveram aos ferimentos após serem agredidos a golpes de facão.
A criança continua na UTI Pediátrica do Hospital e o estado de saúde dele ainda inspira cuidados.
O pai, Moisés Soares Forte, de 35 anos, e três crianças Raíssa, de 2; Raí, de 6; e Raquel, de 10 anos, morreram e os corpos estão sendo velados no ginásio da Escola Municipal Dumerval Trigueiro, no Bairro do Rangel. O enterro está marcado para as 16h no cemitério do Cristo Redentor.
A família foi vítima de um casal que por causa de rixa entre eles teria cometido a barbárie na madrugada da quinta-feira 9.
Do portalcorreio
Pai afirma que Michael Jackson foi vítima de assassinato

Joe Jackson, 79, pai do rei do pop Michael Jackson, acredita que o filho, morto no dia 25 de junho, foi vítima de assassinato, segundo afirmou em uma entrevista ao canal ABC, que exibiu nesta sexta-feira (10) alguns trechos de suas declarações.
Joe, o patriarca da família Jackson, afirmou textualmente que Michael "foi vítima de um assassinato".
A investigação sobre a morte do artista após uma parada cardíaca aponta para um grupo de médicos sob suspeita de cumplicidade no vício do cantor em sedativos pesados.
O Instituto Médico Legal exigiu na quinta-feira que os médicos que atenderam Jackson nos últimos anos entreguem seus históricos, informa o jornal "Los Angeles Times".
Na entrevista à ABC, o pai de Michael Jackson afirma que não sabia da dependência do rei do pop de medicamentos.
"Eu não sabia o nome dos remédios que Michael tomava", declarou Joe Jackson.
"Os medicamentos deveriam ajudá-lo a dormir. Mas ele nunca acordou. Michael morreu durante o sono".
A ABC divulgou trechos da entrevista realizada em Encino, na Califórnia, onde Joe mora. A íntegra será exibida na próxima terça-feira (14).
Folhaonline
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