AUMENTO DO VOLUME DE ÁGUA DO RIO DO PEIXE PREOCUPA RIBEIRINHOS

Aproximadamente 30 famílias já deixaram suas casas nos bairros Guanabara, Várzea da cruz e Alto do cruzeiro, na cidade de Sousa, com o aumento do volume de água do Rio do Peixe. Elas foram em sua maioria, para casa de parentes e há informação de que muitas outras estão sendo aconselhadas a deixarem o local visto que existe risco eminente das águas aumentarem ainda mais. A defesa civil mesmo de forma tímida, atua no sentido de ajudar das famílias afetadas. Como alguns açudes que estão sangrando e desaguando no rio do Peixe, a tendência é mesmo de que as águas possam subir mais nas próximas horas.
Veja as fotos do Rio do Peixe na ponte de Uiraúna e chegando as residências do bairro Guanabara, ambos locais na cidade de Sousa:










CONFIRA OS AÇUDES QUE ESTÃO SANGRANDO NA PARAÍBA

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FORTES CHUVAS CAEM NA REGIÃO DE SOUSA


Chuvas caídas nos últimos dias em todo o sertão paraibano vem trazendo preocupação, sobretudo a famílias que moram as margens do Rio do Peixe, notadamente a cidade de São João do Rio do Peixe e alguns bairros de Sousa. O nível vem subindo com o passar das horas e já alaga algumas ruas da cidade de São João, fazendo com que muitos moradores tirem seus pertences. A cidade de Sousa já contabiliza desabrigados na Rua Vasco da Gama no Bairro Várzea da Cruz que margeia o Rio do Peixe. Outros bairros estão em alerta como o Alto do Cruzeiro e o Guanabara que são os que mais sofrem com as cheias. As comunidades rurais já sofrem os efeitos das fortes chuvas de modo que as comunidades Malhada da pedra, Saguim, Várzea da Jurema, Recanto, Floresta, Catolé, Dois caminhos, Sítio São Paulo bem como demais localidades próximas ao distrito de Lagoa dos Estrelas. As cidades de Santa Cruz e São Francisco também se encontram isoladas já que, com a queda da ponte do boi morto ano passado, a passagem molhada que foi construída como paliativo está interditada. O açude de Paraíso localizado em São Francisco está transbordando desde as primeiras horas de hoje.

POR JACKSON QUEIROGA